Estudo aprofundado sobre passeio no Brasil e suas atrações



A história do excursão no Brasil acompanha a própria formação social do país. No século dezenove, as primeiras trajetos de descanso eram praticadas por membros da elite que se deslocavam para estâncias hidrominerais, cidades litorâneas e fazendas produtoras de café. Essas excursões tinham caráter recreativo e folclórico, inspiradas nos modelos europeus, e representavam uma forma de distinção social. As grandes paisagens naturais já começavam a atrair naturalistas estrangeiros, que escreviam relatos sobre a Amazônia, o Pantanal e o litoral. Ao longo do início do século vinte, a popularização dos transportes ferroviário e rodoviário ampliou o deslocamento interno, dando origem a um mercado turístico emergente. O desenvolvimento de praias urbanas como Copacabana e a construção de hotéis de luxo atraíram viajantes estrangeiros e consolidaram a imagem do Brasil como destino exótico.

Políticas públicas


No século vinte, a realização de eventos de outros países impulsionou ainda mais a atividade turística. O Brasil sediou a Copa do Mundo de 1950, quando o recém-inaugurado Maracanã recebeu centenas de milhares de espectadores. Décadas depois, a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de Verão de 2016 consagraram o país como anfitrião de grandes competições esportivas. Esses eventos ajudaram a divulgar lugares como o Rio de Janeiro, a Costa do Sauípe, Natal e Brasília, e deixaram legados de infraestrutura em aeroportos, mobilidade urbana e hotéis que beneficiam o passeio até hoje. Paralelamente, o território se tornou líder latino-americano na captação de congressos e feiras globais, organizando eventos de mercantil e de cultura que atraem executivos e artistas de todo o mundo.

Flutuações recentes


O desenvolvimento institucional do setor ocorreu principalmente a partir das décadas de 1960 e 2000. Em 1966 foi criada a Embratur, agência responsável pela promoção do Brasil no exterior, e em 2003 nasceu o Ministério do lazer, encarregado de promover, incentivar e fiscalizar a atividade. Planos nacionais de turismo estabeleceram metas ambiciosas: o Plano Nacional de turismo de 2007 previa a profissionalização da mão de obra, a melhoria da qualidade de serviços e o aumento de investimentos. Em 2024, o país bateu o recorde de 6,6 milhões de visitantes forasteiros, e as receitas superaram sete bilhões de dólares. O Plano Nacional de lazer atual estabelece a meta de 8,1 milhões de turistas até 2026, buscando atrair investimentos, melhorar a infraestrutura e divulgar o pátria no exterior. A marca de nove milhões de viajantes mundiais registrada em 2025, com crescimento de quarenta por cento em relação ao ano anterior, demonstra que as políticas de promoção e as melhorias em serviços e conectividade estão surtindo efeito.

Retomada pós-crise


A trajetória, entretanto, não foi linear. Entre 2020 e 2022, a pandemia de covid-dezenove provocou forte retração no setor de serviços, com fechamento de fronteiras, queda de chegadas de turistas e paralisação de eventos. Em 2022, o Brasil recebeu apenas 3,6 milhões de visitantes exteriores, metade da média anterior. No entanto, nos primeiros meses de 2023 já haviam desembarcado mais de 2,3 milhões de visitantes de outros países, e as projeções indicavam que o turismo representaria 7,8 por cento site do PIB nacional. A recuperação culminou no recorde de 2024 e no salto de 2025, reforçando a resiliência do passeio brasileiro e apontando para um futuro de expansão. A experiência acumulada em sediar grandes eventos, aliada a políticas públicas consistentes e à profissionalização do setor, coloca o Brasil em posição estratégica para consolidar-se como potência turística global e celebrar a própria diversidade folclórico e natural.

Retomada pós-crise


Além dos eventos esportivos, o país sediou exposições universais, festivais culturais, feiras de comercial e eventos religiosos que atraíram multidões, como a Jornada Mundial da Juventude de 2013. O viagem cinematográfico ganhou força com novelas e filmes que divulgam cenários brasileiros, como as paisagens do Pantanal e as ruas coloridas de Salvador. Nos últimos anos, seriados de streaming ambientados em cidades históricas e produções que retratam biomas brasileiros despertaram interesse internacional. Essa visibilidade midiática complementa campanhas de marketing oficial e reforça a imagem positiva do Brasil no exterior, estimulando viajantes a conhecer os lugares vistos nas telas.

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